almoço de família

da esquerda para a direita: Alberoni, Percival, Shirley, Ariel, Failde (com Ester no colo), Haydée, Aroni, Anthenor (com Arnoldo no colo e Anajas atrás), Fernandina (com Agnaldo no colo), Siomara, José Calheiros e Beca, sua esposa, Araken, Regina e Rodrigo.

Fotos como essa da mesa de jantar são mais raras nos álbuns de família de antigamente, no entanto eu adoro, pois revelam mais sobre os costumes, o cotidiano da casa, detalhes de objetos de decoração situam a época em que o retrato foi feito. Essa fotografia foi feita em 1959 e a Aroni já fazia parte da casa.

Bem diferentes das fotos posadas em estúdio, que são belas porém mais comportadas, pouco se diferem dos comuns retratos de família feitos ao longo da história da fotografia. Esse retrato da família completa, com os treze filhos, foi feito em Itajubá, em 1956.

Em pé: Araken, Anthenor, Ariel, Fernandina com Arnoldo ao colo e Percival. Sentados: Regina, Rodrigo, Anajas, Agnaldo, Siomara, Haydée, Ester com laço na cabeça, Alberoni e Failde.

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5 pensamentos sobre “almoço de família

  1. Eu gostava também quando cantavam a música do Besouro, nunca se sabia a letra toda, diziam que quem sabia era o meu pai Percival. A avó deve ter a letra toda porque lembro de tê-la visto um dia. Almoços em família, não tem a quem eu não conte sobre eles, sempre sensacionais.

  2. eu gostava quando o tio Araken começava a quebrar as xícaras lascadas, ou quando eles batiam as mãos na mesa e os talheres todos pulavam. A gente podia almoçar antes na cozinha ou sentados no chão apoiando os pratos na mesa de centro , mas no final do almoço era uma maravilha.E quando cantavam Valdomira, que desgraça a dela…
    Vamos combinar, esse vestido da minha mãe é bacana pra caramba né?

  3. Os almoços em família eram muito divertidos. Ao final da refeição, logo após a sobremesa, começava-se a cantoria. Mamãe cantava umas emboladas, com sua linda voz, declamava poesias, seguida por papai, que também declamava algumas, meus irmãos também sabiam umas, principalmente Percival e mais tarde, o Rodrigo. Papai gostava de declamar Vingança, de Fagundes Varella, um dramalhão danado, mas que virava uma comédia por causa da sonoplastia que meus irmãos inventaram. O climax era o grito da mulher do falecido da história, um grito histérico e fabuloso, com a participação de todos. Papai adorava!

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