POESIA DA MARISE

Diga-nos companheiro

A visão que nós temos

Quem é essa mulher de cajado nas mãos

Com tão linda tiara de hibiscos

Tecida por entre os cabelos?

Ora, deixa esse enlevo, amigo

E conta-nos, logo!

Quem é essa de cujas pegadas

Nascem flores multicoloridas

Que balançam ao vento

Num balé orquestrado

Unicamente pelo seu respiro

E na graciosa revoada dos pássaros

Percebe-se a ela

O aceno do Senhor Nosso Deus?

Não podemos entender tal mistério…

Deixa esse no sorriso nos lábios

E a luz que te inebria a alma, criatura do bem,

E revela-nos:

Queremos saber dessa mulher!

Eis que nossa paciência se esgota…

Pois nos reuniu em cortejo.

De nossas almas brota a paz tão esperada

Presente do Criador para a ocasião…

Como pode negar-nos esse anúncio?

Diga-nos Percival,

Quem é essa mulher

Que apenas de passagem

Nos encanta a essência

E pelo olhar hindu dos mestres

Nos aquece das lembranças gélidas

Encerrando o sol no sorriso natural?

Essa mulher, irmãos eternos,

Se ainda não sabem,

É Fernandina

Minha mãe…

Não foi por vaidade eu copiei a poesia acima. A minha filha Anajas foi de opinião que devia copiá-la por ter sido escrita de coração aberta.

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