Memórias da Vovó Dina – WALDIR PIRES

Baiano, 18 anos, bonito e letrado. Tinha todos os predicados para ser o que foi. Não chegou a se operar. Fez cura natural.

Quando havia festa, principalmente de aniversário, o discurso era feito por ele. Não tinha acompanhante. Vivia sozinho, mas era muito popular.

Em uma das viagens do Anthenor, ele conseguiu se comunicar com o Waldir e se encontraram no aeroporto em Salvador. Nessa época ele já era uma figura de projeção. Nunca mais nos falamos.

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3 pensamentos sobre “Memórias da Vovó Dina – WALDIR PIRES

  1. Nise
    Waldir Pires foi ministro de algum governo aí, não faz muito tempo. nem cheirou e nem fedeu, medíocre, mas marcou sua passagem no sanatório, fazer o quê? naquela época era um tuberculoso e só.

  2. tô lenta. Se curou de que? falta de cultura é um problema: que é/foi ele? se é gente famosa, prefiro a estória da a louça de rosas que foi dada não me lembro por quem, mas lembro que era gente chic, muito chic( e de bom gosto pois a louça é linda, agora na diária mas foi louça de festa por muitos anos juntamente com a toalha vermelha com dourado ( muito mais bonita que a verde, pensando bem um guardanapo dela dá um linda almofada ) e que cobria os cobertores listados rosa e branco que serviam de proteção na mesa que era gigante e dava um trabalho encaixar as laterais, mas quem chegava com tudo pronto não via e quem fazia tudo também não se importava pois ficava tudo uma beleza

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