Memórias da Vovó Dina – NAZARÉ E SUA MÃE D. ANITA

Quando cheguei ao Sanatório, Nazaré estava em repouso absoluto. Quando melhorou, ia para o terraço como outros, para tomar um pouco de sol e respirar o ar puro daquele lugar.

Chovesse ou não, fizesse frio ou não, as janelas do quarto não se fechavam.
D. Anita, sua mãe, parecia uma pata choca andando. Baixinha, gordinha, tagarela, como ela só.

Quando na hora do repouso, era um trabalho mantê-la calada ou falando baixo.
Soube depois que a menina Nazaré havia falecido.

Que Deus a abençoe.

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