O MOTORISTA

Bregeco era o motorista o Anthenor em Itajubá.

Um dia ele teria que chegar cedo para uma viagem do meu marido e ele estava atrasado um bocado. O “seu” Farias já estava impaciente quando finalmente chegou o nosso amigo.

Perguntei por que ele atrasara tanto. Ele respondeu: – É que fui levar uma senhora na maternidade e fiquei esperando o resultado. Pois a senhora acredite, nasceu um menino de 10 kg.

– Misericórdia, seu Bregeco! Como pode uma coisa dessa!?, disse eu.

– Pois é, dona Fernandina. É o fim do mundo!

Passados alguns dias ele voltou e eu perguntei sobre o pequeno fenômeno, no que ele respondeu: – Morreu, sim senhora. Também com esse tamanho não podia viver, não acha?

Era um bom homem, respeitador e educado, mas para mentir, não tinha outro em Itajubá.

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3 pensamentos sobre “O MOTORISTA

  1. Nise, eu já contei a história da ladeira, quando contei a história do papai e do barão. No fim do post, falo do Brejeco e por que do nome dele.

  2. espero que a estória da ladeira esteja na lista a ser escrita no blog. Quem estava no ônibus em BH sabe, quem não estava fiquem esperando.

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