MAMAIA

Teria ela uns dois anos e já falava algumas palavras.

Os estudantes de engenharia frequentavam nossa casa. Tinha entre eles os mais especiais e dentre estes, era o carioca José Louro.

Simpático, alegre e bonito sempre almoçava conosco.

Certo dia estava sentado esperando o almoço, quando Siomara foi passando por ele que a fez parar e perguntou: – Que menina bonita! Qual é o seu nome?

Ela parou e disse: – Não “sabo”. Pensou, pensou e terminou… Mamaia.

Ele achou linda a resposta dela.

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Um pensamento sobre “MAMAIA

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