OS BAILES

Durante alguns meses com pena da solidão dos estudantes de engenharia, lá em Itajubá, organizei uns bailes para animar um pouco a vida daqueles pobres coitados.

Luiz e Segrid, Domingos e Sidel e mais alguns que não me ocorre, são os casais que se fizeram nesses bailes. A velhice, às vezes, causa um transtorno aborrecido.

Só sei que me sentia muito feliz em proporcionar tanta alegria a tantos jovens que se achavam longe de suas famílias.

Se fiz algo errado, espero que me perdoem.

Quando dava meia noite, sob o protesto dos dançarinos, eu desligava a eletrola.

Puxando na memória, ajudada pela Anajas, lembrei de alguns que frequentavam a nossa casa: José Louro, José Lieb, Peter, Gilberto Arenas (peruano).

Se eu tivesse vontade plena, nunca teria saído de Itajubá. Fomos plenamente felizes naquela terra abençoada de Minas Gerais.

A vizinhança era a melhor possível. A d. Lourdes com a sua alegria, apesar de todos os tropeços da sua vida. A Amelinha com a sua bondade e várias pessoas que nos tocaram o coração, afora os 5 filhos que são mineiros.

Deus abençoe a todos.

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7 pensamentos sobre “OS BAILES

  1. Sou neto de josé lieb , presciso saber se vocês realmente o conheceram? Obrigado. Aguardo uma resposta se possível.

    • Se seu avô estudou em Itajubá e depois morou em São Caetano do Sul, é dele mesmo que estamos falando. Se for, por favor nos dê notícias. Ficaremos felicíssimos em saber dele. Era um amigo muito querido.

    • Paulo

      Fiquei surpresa em saber de um descendente do Lieb. Vou procurar uma foto que temos dele dançando com minha irmã Failde num baile no club itajubense.
      Dê noticias de vocês, meu endereço é:anajasfarias@gmail.com. Abraços.

  2. Essa mania da mamãe de acabar com as festas, estendeu-se por anos e anos. No melhor delas, ela vinha e batendo palmas dizia: – Bom, a festa está muito boa, mas amanhã tenho de levantar cedo, então, acabou-se!
    E botava todo mundo pra fora!

  3. Quando todos nós irmãos fomos à BH comemorar os 50 anos de casório de Jura e Nanete, ele nos contou sobre uma desssas festas em que ele com Percival “batizaram”um ponche. Colocaram todas as bebidas alcoolicas que havia em casa e disfarçaram com guaraná, ou coisa que o valha. A festa rapidinho acabou. Os pobres dos estudantes, logo, logo, não tiveram pernas nem cabeças para ficarem e dançarem. Veja só, nosso irmão Percy!

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